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Dificuldade de Aprendizagem na Leitura e na Escrita

RESUMO

A presente monografia tem como objetivo expor as dificuldades das crianças nas séries iniciais, com o processo de aquisição da linguagem escrita. O trabalho de pesquisa foi realizado através de observação para análise de atividades feitas em sala de aula por alguns alunos e do trabalho de uma pedagoga. Sabemos que é um grande desafio fazer com que o aluno passe espontaneamente para a linguagem escrita o que se ouve e o que se fala. A compreensão e valorização das funções sociais da escrita é uma aprendizagem ligada aos planos conceitual, procedimental e atitudinal, que pode ter início desde os primeiros momentos da chegada da criança à escola e deve continuar até o final de sua formação estudantil. Uma conclusão a que considero relevante, é de que a escola necessita criar ambientes alfabetizadores, para que com a visualização e familiarização da linguagem escrita desenvolve na criança uma habilidade autônoma. A psicopedagoga é um campo que detecta as dificuldades encontradas pelos alunos no ensino-aprendizagem e procura colaborar com a instituição no sentido de reforçar e auxiliar a equipe docente para sanar essas dificuldades. A escola ideal é aquela que visa o bem-estar do aluno, compreendendo suas necessidades e respeitando suas diversidades individuais no sentido de alcançar os ideais almejados como uma educação de qualidade para todos.

Palavras chaves: Dificuldade de Aprendizagem na Leitura e na Escrita

 

1. INTRODUÇÃO

É interessante analisar as dificuldades de aprendizagem encontradas na trajetória escolar das crianças, principalmente nas séries iniciais. Sabemos que eles surgem envolvendo vários aspectos como sociais, culturais e pedagógicos. Abordarei alguns caminhos que possam contribuir na aprendizagem e na prática pedagógica. Procurarei na medida do possível estimular e fornecer conhecimento que promova a leitura na vida de cada criança, para que seu crescimento pessoal e a realização de seu projeto de vida venham concretizar com qualidades e sucesso.

A importância da leitura deverá ser mostrada, enfatizando desde cedo para que o envolvimento seja considerável um salto no desenvolvimento da pessoa. A criança descobre que o domínio desse sistema complexo fornece novos instrumentos de pensamento e registros de novos conhecimento e formas de organizar a ação.

Com embasamento nessa perspectiva, deve ficar claro que a aprendizagem da leitura é um processo complexo que envolve vários sistema e habilidades, lingüísticas, perceptivas, motoras cognitivas e, não se pode esperar, portanto, que seja determinado um único fator como responsável pela dificuldade para aprender. Na verdade, os distúrbios de aprendizagem dependem de causas múltiplas, cabendo aos profissionais que realiza os diagnósticos, o evidencia mento da área mais comprometida e, conseqüência, a recomendação da abordagem terapêutica, mas indicada para a superação das dificuldades. Este estudo vem ampliar a visão entendimento de como-se da aquisição da leitura, requerendo novas técnicas, novos olhares de pais, e da sociedade que exige da escola, novos horizontes para amenizar as dificuldades de aprendizagem contribuindo assim, para o sucesso do ensino escolar, garantindo a qualidade e a permanência desse ciclo de formação.

Diante da realidade educacional vivenciada alguns anos de trabalho são comuns depara com criança que só copia, mas não lê, não produz a escrita sem ajuda do professor. Essa dificuldade vem cada vez, aumentando o fracasso e o abandono escolar. Para explicar e entender essas dificuldades na aquisição da leitura e da escrita busca suporte teóricos que possibilitarão conhecimento que possam contribuir ou amenizar situações em sala de aula.

A relação entre o ensino e aprendizagem é fator complexo, pois diversos fatores de ordem social, político, econômico interferem na dinâmica da sala de aula, isto porque a escola não é uma instituição independente. Esse processo depende primeiramente do aprendizado que realiza num determinado grupo cultural, a partir da interação com outros indivíduos. O papel fundamental na conquista deste código escrito, e o preparo do educador alfabetizador, na compreensão do processo, as etapas, as hipóteses levantadas e considerar a criança como um ser presente. Com posse destes dados o educador tem a possibilidade de planejar as atividades que estejam condizentes com os níveis de desenvolvimento cognitivo de seus alunos.

Mas deixando claramente que aprendizagem da leitura da escrita é um fator que envolve vários sistemas e habilidades, por isso não se podem esperar, um único e determinado fator como responsável pela dificuldade para aprender. Acredito que, a única maneira de se reverter essa situação é buscar as reais causas das dificuldades da aprendizagem.

Toda criança tem possibilidades para aprender, e gostam de fazer, e quando isto não ocorre, é porque alguma coisa não está indo bem. Neste momento, é necessário que tanto os professores como os demais profissionais responsável pelo processo de aprendizagem, se questionem a cerca dos fatores que podem estar contribuindo para não aprender. È um trabalho de interpretação, compreensão e conhecimento relativo da criança. O que se acredita serem aspectos de grande importância para todos os que estão comprometidos com o processo educativo.

Atualmente não só no Brasil, como em outras culturas, a um aumento significativo de crianças que apresentam dificuldades de aprendizagem, embora sejam possuidoras de habilidades cognitivas para um desempenho acadêmico satisfatório. Essa problemática tem estado presente em vários debates, estudos, congressos e seminários. È um fator que tem recebido atenção de vários profissionais da área educacional e médica, sendo que os mais relevantes são ligados de forma integrante à criança, enquanto ser envolvido e sob influências merecedoras de atenção, como a de seus familiares, de seu meio social e da própria escola. È tarefa relevante do professor e da escola transmitir o ensino às crianças de maneira adequada facilitando à aprendizagem de forma a se reduzir o fracasso escolar e estimular a aprendizagem, assim como oferecer à criança possibilidades de sucesso, o que provavelmente lhe proporcionará auto-conceito satisfatórios.

Analisando os fatores relacionados ao sucesso e ao fracasso acadêmico

Podemos citar três vários interligados, denominadas de controle ambiental e social, contexto psicológico e contexto metodológico.

O fator ambiental e social é muito importante para aprendizagem, pois a origem da criança é altamente responsável pela suas atividades de segurança, de confiança no desempenho de suas atividades e na aquisição de experiência bem sucedidas, o que faz a criança obter conceitos positivos sobe si mesmo, é o que está à sua volta.

Como evidenciar a leitura psicológica à criança, um ser dotado de possibilidades a serem desenvolvidas de seus próprios valores e significados, faz parte de sua vivencia cultural a espontaneidade, a liberdade, avivacidade, porém, é um ser demasiadamente sensível às influências e estruturas do ambiente onde está inserida.

O desenvolvimento e aprendizagem, segundo a abordagem sociocultural, também são concebidos como processos que se efetivam na cultura. Nesse sentido o desenvolvimento e aprendizagem são interagem desde o primeiro instante de vida, uma vez que não há como se desenvolver sem a participação do aprendizado. A aprendizagem, nessa concepção, mobiliza o desenvolvimento. No entanto, não se podem fundir esses processos em uma única dados a suas particularidades, mesmo em constante interação, o desenvolvimento e aprendizagem.

Daí a necessidade de continuar investigando este tema produzindo conhecimento que nos leve aos saberes racionais, instrumentalizar professores nas escolas brasileiras e com certeza, o quadro do fracasso escolar será alterado no futuro.

 

2. DIFICULDADES DA APRENDIZAGEM DA LEITURA E NA ESCRITA

O estudo deste tema é muito abrangente, pois analisaremos não apenas o desempenho das crianças com dificuldades acentuadas de aprendizagem, mas vários aspectos da tarefa de aprender e escrever que podem constituir obstáculos para o aprendiz, o que são capazes de aprender, fazendo abordagens nos sistemas familiares, social e o sistema de ensino que é a escola.

Na tentativa de compreender o fracasso escolar, foram analisados os aspectos sociais, escolares e psicolingüísticos. O peso do ambiente escolar contribui para o fracasso escolar.

A metodologia aplicada por memorização compulsiva e repetição não contextualizada, a maneira de se expressar dos professores rotulando ou classificando alunos bons e alunos maus. Apesar da prática pedagógica direcionada através de efeitos de Matheus descrito por Stanovich “os ricos se enriquecem e os pobres se empobrecem, mais, no entanto alguns alunos obtêm sucesso”.

A aprendizagem é vista como apreensão ou assimilação de normas lingüísticas impostas pelo sistema social é uma tarefa de conceitualização, caracterizando-se como a compreensão dos princípios organizada da língua, por parte dos aprendizes.

Na teoria cognitiva busca a origens das dificuldades de aprendizagem da leitura e da escrita, na inteligência, na percepção, na integração de sentidos auditivos, visuais, na memória imediata, na atenção seletiva e na linguagem, ou seja, naquilo que ela denomina a déficits cognitivos.

Sendo assim, aprender a ler e a escrever é muito mais que adquirir habilidades básicas. É principalmente construir, obter e atribuir sentido e significado a aprendizagem. Para isso, enfatiza-se a criação de contexto social (zonas de desenvolvimento proximal) nos quais as crianças aprendam ativamente a usar, provar e manipular a linguagem, colocando-a serviço atribuição de sentido ou da criação de significado. (Gomes e Faria Filho, 1997).

Para que a criança consiga construir esse conhecimento ela passa pela uma organização ou hipóteses até que consiga dominar o conhecimento específico das letras. Os níveis são. Pré - silábico e silábico - alfabético.

E importante enfatizar com os próprios alunos qual é a importância de aprender a ler e escrever. As crianças que já segmentavam as palavras produzidas alfabéticas e as crianças que ainda não segmentavam produziram escritas pré – silábico sem e com valor silábico - alfabético.

A escola deve valorizar toda e qualquer tentativa de escrita, pois é nesse momento que a criança que esta compreendendo esse sistema escrito.

O grande mito que sustenta a cultura do fracasso escolar é a classificações de bons e maus alunos, pois só contribuem para aumentar o índice do insucesso escolar. Pois esses conceitos são relativos, assim como são relativos conceitos de: certo e errado, de normais e anormais etc. Na vida, isso depende de muitos fatores e contextos.

Podemos estar criando nas escolas, situações de interação, de aprendizagem e de avaliação condizentes com o contexto cultural de sua clientela e propiciadoras da aquisição do conhecimento indispensável ao sucesso escolar.

Foram realizados vários estudos para entender, o não obter o sucesso na escola. Tal análise foi desenvolvida para explicação do fracasso escolar, também salientamos aqui que houve criticas em uma tentativa de superação de uma pela outra. Podemos verificar que, é possível extrair do conjunto de concepções alguns aspectos que, em maior e menor escala, estão presentes em todas elas.

  • Problema localizado no aprendiz – segundo a concepção organicista o aprendiz já nasce com essa responsabilidade instalada em seu celebro. É inteligência do aprendiz esta comprometida. A concepção dos transtornos afetivos da personalidade a ponta como fatores determinantes da não aprendizagem, as perturbações afetivas e características da personalidade, indicando que tais sintomas podem afetar o campo cognitivo do aprendiz. As explicações decorrentes das teorias handicap socioculturais atribuem à criança que fracassa na escola deficiências, carências ou diferenças que vão desde comparações e atribuições valorativas de seus hábitos cotidianos até sua incompetência lingüística.
  • Maturidade – seria outro fator determinante no processo. Na teoria organicista a maturidade se apresenta como natureza física – neurológica.
  • Ausência de abordagens – relacionadas às especificidades da língua, linguagem oral escrita, e conseqüentemente do próprio objeto de aprendizagem. Ou seja, não se considera a escrita como objeto de conhecimento do processo de aprendizagem da mesma.
  • As teorias se encontram vinculadas nas práticas escolares na consagração ideologia dominantes.
  • O preconceito lingüístico - está presente nas práticas escolares se apresenta como grande fator de discriminação das crianças das camadas desfavorecidas da sociedade como aponta Soares (1985, p. 17) ”é o uso da língua na escola que evidencia mais claramente as diferenças entre o grupo sociais e que gera discriminação e fracasso”.

E fracasso acima citado fundamenta-se em pesquisas, em análise de alunos que fracassaram na escola e passaram oito a nove anos na sala de alfabetização e não conseguiram o sucesso. Essas dificuldades de aprendizagem, não são sós problemas pessoais, mas a um conjunto de condições socioculturais e, sobretudo, que dificultam ou até impossibilitam sua inserção nos processos de aprendizagem escolar. Para Cordié (1996) existe uma amplitude maior da questão do que aquela aparentemente mostrada pelos sujeitos envolvidos:

O fracasso escolar é uma questão complexa cujas causas são múltiplas e diversas, umas estão ligadas á própria estrutura do sujeito, outras dependem doa acontecimentos. O fato de elas intrincarem e agirem umas sobre as outras não ajuda em nada a compreensão do fenômeno. O resultado disso é que cada um projeta seus fantasmas e inventa remédios para esse novo flagelo social: É culpa do governo, da sociedade, da Educação Nacional, dos pais. É preciso apenas... Rever a pedagogia, aumentar as verbas.

Esse trabalho sobre o fracasso escolar não tem em si mesmo uma definição clara. Os conceitos, por elas construídas são resultantes, na maioria das vezes vindo da própria, juntamente com estudos da área médica, muitos deles já desacreditados, em virtude de sua inconsistência conceitual e metodológica.

Deve perceber que o fracasso escolar não este limitado a um só fator e nem acontece por acaso. Ele é datado, como nos mostra Cordié, quando discute a dimensão do fracasso escolar na sociedade:

O fracasso escolar é uma patologia recente. Só pode surgir com a instauração da escolaridade obrigatória no fim do século XIX e tomou um lugar considerável nas preocupações de nossos contemporâneos em conseqüência de uma mudança radical da sociedade. Também neste caso não é somente a exigência da sociedade moderna que causa os distúrbios, como se pensa muito freqüentemente, mas um sujeito que expressa seu mal-estar na linguagem de uma época em que o poder do dinheiro e o sucesso social são valores predominantes. A pressão social serve de agente de cristalização para um distúrbio que se inscreve de forma singular na história de cada um (1996, p. 17).

Mas a pressão social imposta sobre esses “fracassados” pode não só definir e estabelecer normas, como organizá – los dentro de um padrão de “certo e errado”, enquadrando-os nessa perversa realidade. O fracasso escolar cria normas e valores segundo uma necessidade social e um padrão de homem socialmente desejado.

Talvez pudéssemos pensar que essas crianças, que não tenha conseguido aprender somente na escola, talvez estejam procurando mostrar, com essa recusa de aprender, uma situação que esta latente. Eles parecem negar não apenas o que lhes é ensinado, mas as situações diversas em que se dá a aprendizado escolar. Essa atitude pode significar uma fuga inconsciente das situações vivenciadas por esses sujeitos, das quais o conhecimento escolar seria uma forma de manifestação. Para Cordie, “aprender implica um desejo, um projeto, uma perspectiva, não é apenas compreender”. (Cordie, 1996, p.27.)

A busca de saber e a busca de construção do sujeito poderiam ocorrer conjuntamente, mas muitos não conseguem vivenciar os dois processos ao mesmo tempo. Poderíamos deduzir que isso ocorre tento em vista a rigidez do tempo escolar, o excesso de regras, a estagnação dos conteúdos, o pouco espaço para conversas e brincadeiras como componentes complicadores do processo.

È possível encontrar na teoria psicanalítica e no discurso de uma criança em estudo, pontos convergentes que nos possibilitam pensar sobre erros escolares.

No artigo “O mecanismo psíquico do esquecimento”, de 1915, Freud escreve “entre os vários fatores que contribuem para o fracasso de uma recordação ou para a perda de memória, não se deve menosprezar o papel desempenhado pelo recalcamento”. Segundo o pai da psicanálise, o fato de esquecermos algo - em geral nomes próprios, intenções, conhecimentos ou outras coisas corriqueiras – denuncia a ligação do conteúdo esquecido com algo que possa trazer uma sobrecarga de desprazer. Os fatos que ela não podia saber e que agora sabe estariam sendo transportados à matemática, ocorrendo o que a psicanálise denomina deslocamento.

Em A interpretação de sonhos Freud (1987) desenvolveu o conceito de deslocamento no processo de formação do sonho, sendo este entendido como algo que retorna do recalcado. O resultado desse deslocamento é uma diferença entre conteúdo e o pensamento do sonho. Assim, as imagens do sonho não se ligam diretamente ou de maneira clara àquilo que o sonho traz e causa sofrimento ao sujeito. Esse processo, que resulta em distorção do sonho, é promovido pela censura a fim de garantir um à defesa psíquica, já que aquilo que está sendo censurado o é algo com qual o sujeito não podem lidar.

 

3. CONSIDERAÇÕES FINAIS

O rendimento escolar insatisfatório, em especial, de um grande número de alunos nos primeiros anos, tem sido uma preocupação e um dos grandes desafios para os educadores.

Em especial no caso de escolas públicas, no Brasil um grande, número de alunos tem apresentado dificuldades de diferentes tipos e rendimento insatisfatório em relação a padrões definidos pela escola.

Diante do quadro que se apresenta, é compreensível que um grande número de estudiosos e pesquisadores, em especial nos últimos anos, venha-se dedicando ao investigar e discutir as razões que contribuem para que algumas crianças tenham sucesso e outras não.

Apesar de toda a abrangência e complexidade do fenômeno da construção da aprendizagem, do conhecimento, estou buscando suportes para compreender as questões que envolvem esse processo.

Enfatizarei a importância deste processo na vida social do cidadão brasileiro, no âmbito social na nossa realidade exige pessoas alfabetizadas ou letradas capacitadas para atuar no campo profissional.

Após ter acesso às várias informações e contribuições, sobre o tema pude verificar que os mesmos são mencionados diferentemente pelos estudiosos, nomeando-se como: fraturas no processo de aprendizagem, distúrbios, problemas, sintomas, fracasso escolar, dificuldades, insucesso, aprendizagem mal sucedida, não aprender e não aprendizagem.

Estudiosos têm argumentado que investir em atendimento clínico ou institucional ao aluno com tais dificuldades teve-se uma significativa ampliação do trabalho para o psicopedagogo. Pode-se constatar, nesses anos, o aumento de clínicas de atendimento psicopedagógico, como também expansão por parte dos graduados por uma melhor qualificação profissional.

Os artigos mostram a necessidade de se trabalhar com as potencialidades das crianças, a partir dos seus conhecimentos prévios, numa perspectiva de letramento, da maneira que os usos e funções da escrita e da leitura estejam presentes no processo de alfabetização. Todos eles apontam à necessidade de se reverem práticas pedagógicas calçadas na memorização excessiva e de a escola abrir-se pela a escuta dos problemas de seus alunos com perspectiva de promovê-los, integrá-los na sociedade antes que os mesmos abandonem a instituição escolar e entre para o mundo da criminalidade.

Prática social esta sendo entendida como toda experiência, caracterizada por todas as relações entre os homens na produção social de sua existência. Nessa prática produzem-se tantos bens materiais – as riquezas – como os não – matérias – a ciência, o patrimônio cultural – da humanidade construída pelos homens em suas ações coletivas.

Hoje, torna-se urgente pensarmos a educação escolar cada vez mais comprometida com a vida social e cultural, voltada para o desenvolvimento da criatividade, da crítica e de posturas éticas perante o mundo.

Entretanto, é necessário criar as condições concretas para que as mudanças ocorram e alcancem a melhoria da qualidade do ensino, sem propiciar e nem provocar baixas na auto-estima, sentimento de desvalia e outros sentimentos gerados pelos atos de classificar, reprovar e excluir as pessoas.

 

4. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Escola Ciclada de Mato Grosso — Novos tempos e espaços para ensinar – aprender a sentir, ser e fazer. 2ª Edição. Secretaria de Estado de Educação, Cuiabá, 2001.

FERRERO: Emilia. Alfabetização Em Processo, 15ª Edição --São Paulo: Cortez, 2004.

_______________Reflexões Sobre Alfabetização, 24ª Edição-Questão da Nossa Época, Cortez, 2005.

GOMES: Maria de Fátima Cardoso e SENA: Maria das Graças de Castro. Dificuldades de Aprendizagem na Alfabetização, 2ª Edição, Linguagem & Educação: Belo Horizonte Autêntico. 2002.

MEIRIEU: Philippe. Aprender... Sim, Mas Como? 7ª Edição – Artmed, Porto Alegre, 1998.

MORAIS: António Manuel Pamplona. Distúrbios de Aprendizagem: uma abordagem psicopedagógico, 5ª Edição Revista e Ampliada. Edicon - Editora e Consultoria Ltda. São Paulo, 1986.

SOUZA: Evanira Maria de. Problemas de Aprendizagem, Crianças de 8 a 11 anos. Cadernos de Divulgação Cultural. 1ª Edição. EDUSC Editora da Universidade do Sagrado Coração. 1996.

 

Curso de psicopedagoga clinica Educacional

Licenciada em Normal Superior

José Olímpio dos Santos. Orientador em Psicopedagogia.

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