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Dificuldades na Aprendizagem

RESUMO

O trabalho foi desenvolvido na escola “ Padre José de Anchieta” no município de Lambari D´oeste com o intuito de entender o porquê de tantas dificuldades de aprendizagem com as crianças das séries iniciais de alfabetização e 1ª série, ( 1ª fase do 1º ciclo), do ensino fundamental; partindo da visão de seus companheiros, seus envolvimentos sobre o estudo destas dificuldades, procurando ajudar na compreensão das mesmas. Criando, com a realidade que descobrimos um novo olhar para os alunos que demonstraram maiores dificuldades; identificamos estes distúrbios através de pesquisas onde demonstraram que  as dificuldades na aprendizagem podem acontecer em decorrência de fatores que interligam as afetividades, contribuição do materialismo, interferência, e aspecto biológicos cognitivos e emocionais e sociais. Antes de realizarmos a pesquisa traçamos caminhos a serem percorridos para alcançarmos os objeticos: fizemos à leitura de livros, apostilas, jornais, anúncios em televisão e internet, de diversos autores como: Correia 1997, Wagner 1993, Martins 2000, e outros. Nas duas últimas décadas os números de alunos com dificuldades de apredizagem aumentaram consideravelmente. Percebe-se isso nos estudos que fizemos, nas observações, nos artigos, nas respostas dadas pelos professores de quatro salas de aulas tais como: pré-escolar, alfabetização e 1ª série, que foram entrevistados, segundo estes professores e autores como: Linhares, Parreira, Maturano 1993, e vimos que, alunos com dificuldades na aprendizagem estão aumentando cada vez mais, eles já constituem cerca de metade da população infantil que têm necessidades educacionais especiais. Observas-se que as dificuldades destes alunos que não desenvolvem em tempos normais, os conteúdos, são ocasionadas por problemas de disciplina, eles sofrem discriminação dos colegas que por sua vez são considerados  segundo a pedagogia alunos normais, os que têm necessidades especiais como: falta de audição, visão, autistas, esses são os que mais sofrem discriminações, são três as consequências negativas que passam com eles levando a sofrerem desajustes na escola que estudam. Segundo Martins (1999), de modo geral a criança com dificuldade de aprendizagem e de comportamento são descritas como menos desenvolvidas com tarefas escolares  comparado a um colega que não tenha as mesmas dificuldades.

 

Palavra Chave: 1 – Dificuldade   2 – Objetivos   3 – Afetividade

 

INTRODUÇÃO

Buscando identificar uma nova postura para os inúmeros problemas referente à dificuldade do aprender e que, o corpo docente da Escola “Padre José de Anchieta” juntamente com os professores e administradores tem buscado realizar reuniões com pais e mestres fazendo seminários, teatros, cursos de novas metodologias com o objetivo de pelo menos amenizar a dificuldade de nossos alunos.

Todos os esforços empenhados vieram perceber, que ainda não foram suficientes, pois há missão por parte dos pais como companheiros, altruísta estão a mercê visto que muitos não moram com os filhos, não podendo dar aquele apoio que é necessário para seu desenvolvimento.

As autoridades também tem sua culpa, pois, não desenvolvem uma política que venha trazer uma educação de inclusão onde os profissionais deveriam ser mais valorizados, ter mais materiais disponíveis para desenvolverem atividades especificas para atender estes alunos que apresentam dificuldade na aprendizagem.

 

1- DIFICULDADE NA APRENDIZAGEM

 

1.1-    Conceituando a dificuldade de aprendizagem

Foi a partir da década de 60, que os médicos, introduzem no Brasil a abordagem psiconeurológica do desenvolvimento  humano que trouxe as noções sobre às difunções  cerebral mínima e de dislexia enfatizadas por neuropediatra, psicólogos, fonoaudiólogos e psicopedagógos. Fica claro, portanto que a dimensão orgânica persiste atualmente nos meios escolares como forma de explicar as causas dos problemas de aprendizagem, vindo ainda outros fatores que podemos conhecê-los.

Segundo Carvalho (2006 p. 94).


“ Alguns  fatores podem ser facilmente, citados, considerandos
as mais diversas pesquisas realizadas, já acatadas pelo
meio acadêmico. Dentre elas pode-se destacar os fatores
escolar, familiares e os individuais.(Paredes Fasc. III Psicologia)”.

 

 

1.2 – Conceito Sobre o Que é Dificuldade de Aprendizagem

A família é o primeiro micro cosmo da criança, seu primeiro contexto referencial e elementos fazedor de sua cabeça. A criança se torna depósito dos conceitos, desejos, neuroses e até frustações dos pais (Damásio, p.29).

No Brasil muitas pessoas se surpreendem de que as crianças possam apresentar mais problemas comportamentais em relação aos adultos.

Os pais têm a negar as dificuldades psiquiátrica dos filhos erroneamente os julgam normais. Se os problemas de comportamento da criança parecem ser extravagantes e com dificuldade escolar eles tendem a creditar que ela é imatura e que irão superar os problemas com o passar da idade, (Golfeto Pelegri, 2005 p. 27).

Segundo livro distúrbio na aprendizagem (2006) a criança é um ser aberto, mas encontramos opniões tão diferentes e discordantes, num tópico onde todos os estudiosos concordam, ou seja, que a dislexia é um termo que se refere às crianças que apresentam sérias dificuldades de leitura e escrita, apesar de seu nível de inteligência ser normal ou estar acima da média.

Para começar a história sobre a dificuldade na aprendizagem no Brasil, assim como no restante do mundo, vem mostrando que existe uma enorme distância entre o mundo e seu meio social.

Segundo JOHNSON e MYRLEBUST  (1983) a dislexia raramente é encontrada de forma isolada. As dificuldades severas para ler e escrever corretamente a língua falada encontra-se associada a outros distúrbios.

 

1.3 – Fatores Genéticos / Ambientais / Sociais Maturação

     
Morfológica Bioquímica Fisiológica
Estrutura Física Enzimas Potências Elétricas
  Lipides  
  Aminoácidos  
  Hormônios  
Vegetativa   Sensitivo-sensorial
Emoções   Dor/Temperatura
Sono/Vigília   Posições dos segmentos
Fome/Saciedade   Vibração
Excreções Motora Pressão/Peso
Secreções Postura Sentidos (olfato, audição, paladar,visão,tato)
Homeostose Movimento  
  Força Muscular  
  Simergismo/Antagosnismo  
  Amplitude/Frequência  
  Precisão  
  Atênção – Memória – Evocação  
  Praxia – Gnosia – Linguagem – Noção da Realidade – Limites – Juízo Crítico.  
  Análise/Síntese  

 

 

1.4 – Fatores que poderão interferir nas dificuldades escolares, e, que podem ser evitadas/amenizadas a partir da fase pré-natal da criança.

Segundo Punayama e Penna ( 2005 p.10).


“Malformações: por exemplo, por causas genéticas, tóxicas, medicações excesso ou falta de vitaminas A, irradiações, poluição ambiental por substâncias Químicas, infecções congênitas, trômboses, embolias, Isquemias, hemorragia e outras como a eplepsia, Facomatoses, erros inatos do metabolismo da gicose, Gorduras, cobre, etc.”


Para evitar que nossos filhos cheguem a terem essas dificuldades quando maiores, devemos previnir, assim excluindo na gravidez: fumo, bebidas acóolicas, drogas, medicamentos e irradiações. Exames sorológicos antes da gravides contra a rubéola. Tratar e prevenir infecções com o canal vaginal. Na gestação evitar contato com terras e alimentos crus, diagnosticada através do teste do pezinho previne o retardo mental e outros sinais desta doença infecciosas tais como erros inatos do metabolismo que variam dependendo do laboratório que o realiza.

Segundo  Caroline Funayama e Antônio Penna (2005 p. 12).

 

“ Anóxia neonatal para recém nascidos a termo a risco de dificuldades cognitivas ou motoras (atraso postural ou déficit do tipo paralizia cerebral). Prevenção: Tratamento da gestante; Higiêne; Fatores Pós – natais; doenças com repercussões neurológicas; anemia, doênças crônicas, desnutrição principalmente no primeiro ano de vida. Traumatismo craniano; e o acidente de trânsito são as Causas mais frequentes. Doenças no sistema nervoso; Intoxicações; tumores; infecções por bactérias; etc.”



1.5 – Avaliação neurológica da criança com problema de aprendizagem

O sistema nervoso e a aprendizagem pressupõem se bases neurológicas íntegras, aquelas que se considera o aspecto dinâmico do desenvolvimento. A integidade do sistema  nervoso encontra-se ameaçada em todo momento; cada movimento da criança está sujeito a desafios e a construção normal. Esse equilibrio, porém, pode estar ameaçado desde o início por alterações prévias no código genético ou influência eterna com o meio ambiente, a família escola e sociedade. A criança na escola convive com grande dificuldade e acabam aprendendo com elas, graças ao grande desempenho dos professores. “Essas dificuldades são de fato colocadas juntas as outras crianças consideradas normais perante a pedagogia”.

Funayama e Penna (2005 p.9).

“O problema de aprendizagem é considerado como um sintoma que expressa algo. O não aprender tem uma função tão integrada  como aprender, visto que a aprendizagem é um processo que se dá em presença de um objeto e envolve o que Piaget denominou de assimilação e acomodação. Portanto a  aprendizagem se desenvolve dentro de um campo de relação”. Carvalho (1997 p.14).

 

Esses problemas atingem as crianças que enfrentam inúmeras dificuldades para sobreviver, compreender essas dificuldades parte do professor entender, pois quase sempre estes problemas estão ligados à estrutura familiar, aos números de irmãos e a posição de aluno entre eles.

Segundo Parente e Rannâ (1990 p.50).

 

“ A origem do problema de aprendizagem pode estar vinculado com o modelo de relacionamento que cada criança estabelece e que foi desenvolvido e articulado
nas suas primeiras relações no contexto familiar. Estando implicito quando se questiona porque o aluno não aprende.
Todavia uma definição clara e abrangente do termo é dificil. Pode se afirmar facilmente que o enfoque orgânico serviu de reflexão, durante muitos anos, a educadores e terapeutas que lidam com essas questões”.

 

Segundo Soares ( 1986 p. 98).

 

“Apresenta de forma clara a visão organicista, quando uma expressão “teoria do dom” o que quer dizer se a criança não aprende é devido a falta  exclusiva de aptidão desconsiderando a maneira como o ensino é ministrado”.

 

Segundo Goleman (1995 p. 102). 

 

“Todos tem dificuldade na vida, na aprendizagem, o que nos falta é o espírito lutado para conseguirmos vencer”

 

Segundo  Johnson e Mykle Bust (1983 p.120)

 

“Os erros que trazem as dificuldades de formação e sintaxe consistem na discrepância entre o uso da linguagem oral e escrita; Essas dificuldades de escrita encontram-se bem detalhado nos trabalhos desenvolvidos pelas crianças que lê com fluência e apresenta perfeita linguagem oral,  compreendendo e copiando palavras, porém não consegue escrever uma carta, um bilhete, histórias ou formular respostas às perguntas escritas nas provas, comete erros na escrita que não apresenta na linguagem oral, ou seja, não é capaz de transferir para a escrita o conhecimentos adquiridos na oralidade”.

 

A desordem na formulação da escrita faz com que as crianças tenham dificuldades em colocar seus pensamentos em símbolos gráficos (letras) no papel apesar de sua linguagem oral ser superior e de ter boa compreensão do que ler, não apresenta condições de criar, produzir, textos próprios.  Onde fala das dificuldades aritméticas e outras dificuldades que a discalculia a aritmética e a matemática que se expressa por meios de símbolos, onde muitas crianças apresentam dificuldades na área; por não compreender as instruções enunciadas que surgem, não faz a leitura e a escrita da mesma com atendimento e ai vem a chamada discalculia junto a dificuldade de entender a tal aritmética que origina de várias causas pedagógicas tais como: capacidade intelectual limitada disfunção do sistema nervoso centra que traz desordem tais como: deficiência de identificação de símbolos, dos sinais de cálculos, de concepção de idéias de aspecto verbais e não verbais. (2005 p.180).

O professor para ajudar na reeducação da criança, deve conhecer as dificuldades que a mesma enfrenta em todos os aspectos tanto moral como individual evitando rotular distinguindo seus comportamentos provenientes de vários aspectos entre eles o emocional, o afetivo e o cognitivo, segundo Fonseca (1995 p. 178-180).

“ O distúrbio da escrita apresenta-se três tipos de dificuldades: disgrafia, disortografia e os erros de  formulação e sintaxe”.

Disgrafia: é a dificuldade de escrita que refere a grafia, ocorrendo somente um problema de motricidade fina de coordenação viso motora e compreendendo a frase gráfica, tendo dificuldade de transferir para escrita o estímulo visual da palavra imprenssa que caracteriza pelo traçado lento das letras as quais geralmente são ilegíveis.
Disortografia: é a dificuldades de escrita que alude a ortografia envolvendo a formulação e a codificação (fatos sensitivo e sintático), que antecede o ato de  escrever compreendendo a fase da planificação e da formulação.

A disortografia: compreende o problema da expressão escrita afetando a ideação, a formulação e a produção bem como os níveia de abstração. É caracterizada pela incapacidade de transcrever corretamente a linguagem oral, fazem das trocas ortográficas conjunção das letras que são consideradas anormais até os oito anos de vida fazem que a criança ainda não consolide plenamente a ralação entre a palavra impressa e os sons, os erros mais frequentes que uma criança  com disortografia apresenta são: confusão de letras, (trocas auditivas): consoante surdas por sonoras, F por V, P por D, CH por J e nas nasais por horais: na por a, en por e, in por i, on por o e um por u, confusão de letras, trocas visuais simétricas: b/d, p/q, semelhantes, e/a, b/h, f/t; confusões de palavras com mesmo som para várias letras: casar, azar, asa, exame/ezame.

É necessário estimular constantemente a memória visual de nossos pequenos que apresenta esses tipos de dificuldades usando quadros que contenham as letras do alfabeto, família silábicas e os números.

Os erros de formulação e sintaxe consistem, na discrepância entre o uso da linguagem oral e escrita. Nos distúrbios de sintaxe ocorre erros com emissões de palavras; ordem erradas das palavras; uso incorreto dos verbos e dos pronomes, terminações incorretas das palavras e falta de pontuação, gerando frustações nas crianças, pois mesmo possuindo capacidade intelectual e oral, não conseguiram igualar-se aos demais quando solicitados a transmitir tal capacidade para modalidade da escrita que é ainda o grande pilar de avaliação em nosso sistema educacional.

 

2 - Dificuldade de aprendizagem dos escolares.

A dificuldade  de aprendizagem pode estar presente em diferentes diagnósticos: ansiedade; depressão; transtorno obsessivo/compulsivo; fobias; transtorno de linguagem; sociabilidade; conduta; comportamento; oposição desafiante, de personalidade como excessiva timidez e, outras mais graves como transtorno de personalidade; retardo do densenvolvimento; autismo; síndromes neurológicas, e mesmo doenças físicas incapacitantes.

É importante que todas essas morbidades associadas ao transtornos de aprendizagem devem ser avaliadas durante o processo diagnóstico. Isso dificulta as pesquisas epidemiológicas que tentam de modo significativo mostrar as taxas de prevalência desses transtornos.

Para Carvalho dificuldade de aprendizagem (p.94).

Parece fácil encontrar razões para explicar as dificuldades dos alunos; entretanto na sala de aula encontram-se grandes dificuldades para compreender e aceitar que determinado aluno não consiga entender, já que eu (professor) ensino a todos! Onde surgem as mais diversas reclamações : Ensinar a esses alunos é muito dificil.

‘Não há jeito de abrir a cabeça deles’.

“Grande parte das preocupações pedagógicas pode ser dimiuida com a compreensão de que ensinar / aprender é  um processo que se desdobra dialéticamente e que ocorre quando quem ensina se dispõe a aprender o que ainda não fora visto, quando quer aprender até ensinar porque sinaliza para outra possibilidade de olhar apenas a unidade peculiar entre ensinar/ aprender” (Zaccur, 1993 p.31)

Segundo Ballone a depressão infantil, déficit de atenção por hiperatividade, ansiedade (de separação), na infância, deficiência mental, no trecho do artigo da psicóloga Renata Mazarakis sobre dificuldade de aprendizagem  reconhecer uma criança que tem dificuldade de aprendizagem, se faz necessário primeiramente entender, o que é aprendizagem, e quais os fatores que nela interferem, pode se dizer, que aprendizagem é um processo complexo que se realiza no interior do indivíduo e se manifesta em uma mudança de comportamento. Para se estabelecer se houver ou não aprendizagem é preciso que as mudanças ocorridas sejam relativamente permanentes. Existem pelo menos sete fatores fundamentais para que tal aprendizagem se efetive com êxito, são eles: saúde física e mental, motivação, prévio dominio, maturação, inteligência, concentração ou atenção e memória.

A falta de um desses fatores pode ser a causa do insucesso e das dificuldades de aprendizagem que irão surgindo.

A partir disso pode se entender que uma criança é dita com dificuldade de aprendizagem quando apresenta desvio da expectativa de comportamento de seu grupo etário a que pertence, ou seja, quando ela não está ajustada aos padrões da maioria desses grupos, portanto seu comportamento é pertubado, diferente dos demais.

 

CONSIDERAÇÕES FINAIS

O insucesso dos alunos sequencialmente gravado promove a repercussão da situação na sociedade em que vivem a curto, médio e em longo prazo, uma vez em que esses alunos tendem a apresentarem de maneira inadequada inclinando-se a dificuldade, com todos os problemas sociais que a situação apresenta. A “Escola Padre José de Anchieta” diante das atuais necessidades através de seus  profissionais vem adequando as técnicas às didáticas e todo o processo ensino aprendizagem para solucionar as dificuldades e inovações exigidas pela sociedade que está em constantes evoluções.

Os estudos cerca das dificuldades de aprendizagem são relativamente recentes especialmente no Brasil. Talves devido a este fato seja que por veses se encontram idéias errôneas ou ultrapassadas, mas que ainda servem de alicerces e influenciam enormemente  a visão e a forma de relação dos educadores e pais com as crianças que apresentam dificuldades para ler e escrever. É nosso objetivo discutir e retomar algumas idéias que foram analizadas, pela importância que se atribui à solução apresentada. Acredita-se que é necessário ampliar a discussão sobre dificuldade e ao mesmo tempo fortalecer e manter a esperança de construção de uma educação sem exclusão que com certeza estará atribuindo na busca de uma sociedade mais justa.

 

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS


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JORM A. F.  Psicologia das dificuldades em leitura e ortografia. Porto Alegre, artes médicas, 1985.
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PAREDES    Eugenia Coelho  Origem dos problemas de Aprendizagem. Fascículo III de Pedagogia, 1990-1996.
RASMUSSEM  Martins Andréia, (2004), fundamentos das dificuldades de Aprendizagem.
LOUREIRO, Sonia Regina (2005). Aprendizagem escolar e avaliação de aspectos  afetivos.
MARTURANO, Edna Maria (2005). Ambiente Familiar e Aprendizagem Escolar, o que mostram as pesquisas, / Crianças com queixa escolar e sua Familia.
SUMAYA Persona de Carvalho, (2006) – Dificuldades na Aprendizagem, de Psicologia da Aprendizagem.
GOUFETO José Hercules e GOUFETO Rosilene Machado (2006). Problema de Aprendizagem, um enfoque em psiquiatria infantil.
FUNAYAMA Caroline e  PENNA Marcos Antônio, (2005). Avaliação Neorológica da Criança com problema de Aprendizagem, Fatores Genéticos Ambientais e Sociais.
LINHARES Maria Beatris Martins, (2005). Avaliação psicológica em dificuldades e problemas de aprendizagem Atica, 1997.
BUNNER S.J. Rio de Janeiro, (1969).  Uma nova teoria na Aprendizagem.

 


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